quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Por onde vais?

Dia saudável o teu. Está algo errado? Sinto aí uma corrente que por engano seguiu caminho diferente e se cruzou com o teu? Pois, não sei, nem é chuva, nem é vento. Falas comigo e parece que não ouves. Ou não lês. Ou como em certa hora, não sentes. Ou simplesmente nao compreendes. Língua diferente? Pois, tu o saberás, eu pouco, ou nada. Ou talvez um bocadinho. Palavras soltas, parece que ligadas por tempos diferentes, trocadas no seu lugar na linha, que de indiana, muito pouco. Sinto-me numa falta de ar, uma necessidade enorme e rebuscada. Coisa estranha. Tu aí! Que fazes, ó monte tão alto, tão sabio e tão vivido. Que fazes tu, nessa pilha de ideias que por aí circulam? Opções e indecisões? Mensagens e nervos e histórias e maçadas. Não percebo. E as meninas entram, de mãos dadas. E os rapazes galam-nas cá de fora, confiantes e divertidos. E elas sorriem e seguem numa correria para a casa de banho, para falar do joão ou do martim.
Enfim. segue o teu caminho. Não esperes por mim, ainda fico.

1 comentário:

  1. O principe cavalga suponho, ou andará a pé que é mais índio que cowboy, não por estes montes ou por este jardim. Já o fez algures ou invento memórias, das que escapam entre os dedos como grãos de areia. Numa tentativa de resposta que não chega ou que esqueço quando calha. Se é real? se o foi um dia, hoje não o é. Receio que o tenha sido apenas na minha vontade. Principes, sapos e gatos. Enfim, misturam-se todos. Fingir que o encontro nas palavras é errado? E a transparência, vem gerando ironia? Ou só a inocência diverte? No mais, somos dois a rir. Enfim. Vamos aprendendo e educando q.b., que sabemos sempre quase nada e vamos deixando pegadas na areia seja qual o seu tamanho. O sol brilha sempre aos que fogem do rebanho, pelo menos acreditam eles. Há é muitas verdades e palavras soltas e mal-entendidos. A uns falta-lhes o ar, a outros dói-lhes a alma. Fim do dia, chegando a casa, sofrem todos do mesmo.
    Mas quem sou eu. R

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