quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Perco-me por estes montes

Que viagem esta, vista apenas lá para os 60 nos states, algures num ecrã gigante. Aquele mito dos 2 amigos, país deles fora. Ó mito. Bom, inacreditável, antes de mais, aqueles longos campos, aquelas atípicas árvores, juntas lado a lado, que nem Romeo e Theobald, com o senhor dourado "oculá ao fundo" (como diriam os locais) a "pôr-se", como se pouco, ou nada, tivesse a ver com aquilo. Coisas do senhor do andar de Cima, que gosta de "brincar" um bocadinho, nos tempos livres. Enfim, gozar na nossa cara. E este animal que me vai, como se uma cheetah perseguisse o almoço. Qual fotografia, qual quê, é como se fosse um fast-forward'zito. Não há de ser nada. E os Abba cantavam. E os meninos cantavam, dançavam e falavam e comiam chocolate, como se as obrigações não as existissem. E pelo caminho, algumas vezes, fazia fumo. Coisa estranha. Mas parecia ajudar-nos a ver melhor.
Ja passados esses caminhos, eis estas tantas comunidades, que de portuguesas parecem ter muito, ou muito pouco. Costumes antigos, tradição ao de cima e vamos embora. Isto sim, é vida! Esta saúde e alegria. Esta irmandade, esta entre-ajuda, este conhecimento e esta calma. E o ar, o puro ar. E vez ou outra, uma escapadela de volta à cidade, de volta à metrópole. Mas só à distância e algo sem grande força sonora, algo mais para o escrito. E como aí a vida me continua a sorrir e a dar-me a alegria no dia-a-dia. Mais para a noite, vai ali à Chaminé, dizem que é bom. E é, mas parece que à terça, a feira não baila. Mas vamos ali antes ao centro da questão, pode ser que o bife seja bom. Esquecendo então aquela envenenada cevada, who's the plumber? E voltando ao home-sweet-home, ou quase, vamos então divagar um bocado pela comunidade em rede e ver a parvoíce alheia. E chega-se a uma conclusão que é, no mínimo, brilhante, merecedora de Nobel, ou até entregue directamente "ali" ao Albert'o (aproveitando que estamos na província). Então não é que a louca da vizinha, daquele prédio que já foi demolido, tem um grave problema de distorção? Pois é, parece que já escola era assim, lia tudo ao contrário ou então inventava um bocadinho, até podia ir para realização. Ou psicologia (mais provavelmente esta, dizem que a parte da investigaçao é boa). Coitadinha, tenha em paz a sua alma. Mas também não há de ser nada, os bobos riem-se disto tudo e eles lá sabem. Eu? Perco-me por estes montes...



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